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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Ecofont, a fonte preocupada com o meio ambiente


Mais uma boa idéias para um mundo melhor... Mais ainda precisa ser lapidada!!


A Spranq, uma agência da Holanda, fez uma pesquisa para tentar diminuir o uso de tintas gastas todos os dias em impressões de texto, a solução foi simples e objetiva, fizeram uma fonte com bolinhas dentro de cada letra e número, com isso podemos economizar cerca de 20% da tinta usada.


Talvez com esta iniciativa mais gente se interesse e, quem sabe, dentro de algum tempo tenhamos fontes ainda mais econômicas, protetoras do meio ambiente e principalmente, mais bonitinhas.


Fonte: Ecofonte apud Hazno

domingo, 21 de dezembro de 2008

Pense verde...

Não é pirataria, é consciência ambiental e sustentabilidades!!!

Fonte: Sedentário & Hiperativo

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Estudo acha 12 espécies inéditas de peixes

Pesquisador da UnB encontra animais em nascentes do
Parque Nacional de Brasília, perto da área urbana


Ilustração Marcelo Jatobá/UnB Agência

A biodiversidade do cerrado brindou os pesquisadores com mais uma surpresa. Bem perto de uma área urbana densamente povoada, no Parque Nacional de Brasília, existem 12 espécies de peixes novas para a ciência.

Os animais habitam os córregos das bacias do Bananal e de Santa Maria/Torto, desde as nascentes até partes mais próximas do lago Paranoá, onde esses cursos deságuam. A descoberta foi feita pelo biólogo Pedro De Podestà Uchôa de Aquino, durante um ano de trabalho na região.

Segundo o pesquisador, só foi possível encontrá-los porque o local está protegido da ação humana. “Essa é uma característica de ambientes bastante preservados. Mostra que o Parque está cumprindo sua função.”


Tão surpreendente quanto registrar os indivíduos foi verificar que eles são encontrados com grande freqüência nesse ecossistema. As novas espécies catalogadas respondem por 42,9% das 28 que habitam no local.


Com o levantamento, começa-se a se preencher uma lacuna de conhecimento sobre peixes em riachos no DF. São bem poucos os estudos na área, apesar do potencial da região. Nas proximidades afloram três grandes bacias hidrográficas do País, o que leva a crer que o número de animais sem descrição científica seja bem maior.


COLETA – Para chegar a esses exemplares, Aquino escolheu 14 pontos, divididos igualmente entre a sub-bacia do Bananal e a sub-bacia de Santa Maria/Torto. Cada um foi visitado em quatro ocasiões, sempre em diferentes épocas do ano (seca, chuva, transição da estiagem para chuvas e vice-versa).


Como o estudo requeria um levantamento dos animais presentes na região, o pesquisador e sua equipe colheram todos os indivíduos que conseguiram em cada trecho, numa extensão de 30 metros em cada curso d´água.


Tanto trabalho resultou na coleta de 8.614 peixes, a grande maioria indivíduos de pequeno porte, menores que 15 cm. Antes que o leitor se espante com o número, o biólogo trata de explicar que a quantidade é uma parcela pequena e que não interfere no ambiente.


CARACTERIZAÇÃO - Esse total foi analisado, chegando-se a identificação de 28 espécies, sendo 12 novas para a ciência. A quantidade de cada uma, entretanto, varia bastante. Cinco dominam o ranking, sendo a mais numerosa Knodus moenkhausii, com 5.558 indivíduos, ou 64,5 %.


Em seguida vêm, respectivamente, a Astyanax sp., com 965 exemplares, ou 11,2%; Hyphessobrycon balbus, com 955 exemplares, ou 11,1%; Hasemania sp., com 482 unidades, ou 5,6%, e Planaltina myersi, com 326 unidades, ou 3,8%. Enquanto isso, há quatro espécies que registram um único habitante, e mais quatro espécies que contaram apenas dois exemplares.


Os números são considerados excelentes, principalmente a julgar pela quantidade de espécies não nativas , também chamadas de exóticas, presentes no Parque. Por um capricho da natureza, alguns peixes vivem apenas nas nascentes, onde a mata de galeria, que abranda o calor do sol e deixa a água fresca, forma o ambiente ideal para peixes menores, de cerca de 2 cm. Outros preferem a porção dos córregos mais próximos à foz, em que o volume d´agua é maior e a disponibilidade de alimentos também.


Aquino considera fundamental manter esse tesouro vivo, principalmente em vista da pressão urbana em torno dos limites do Parque. “É interessante que tenhamos mais unidades de conservação para termos um ambiente íntegro e preservarmos essas espécies.”


Os resultados do estudo estão na dissertação de mestrado Distribuição da taxocenose íctica em córregos de cabeceira da bacia do Alto Rio Paraná, DF, defendida pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia no Instituto de Ciências Biológicas (IB) da UnB, em 2008. O trabalho foi orientado pela professora Claudia Padovesi Fonseca.


Fonte: SECOM-UnB

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O OCEANO DE PLÁSTICO

São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme. No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos. Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos:





O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta. A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.





Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes. E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.




Fonte: Greenpeace, The Independent & Mind Fully apud Malvados